Vinho Tinto Uruguaio Garzon Cabernet Franc Reserva 2019

CÓD. 927

DESCRIÇÃO

Elegante Cabernet Franc elaborado a partir de vinhas cultivadas de baixa produtividade, este Garzón Reserva é complexo e equilibrado. Destacando-se por frutas vermelhas e pretas, como cerejas e amoras, notas de eucalipto, além de toques de especiarias, defumados e minerais.

Ficha técnica:

14,5%

16°C a 18°C

Cabernet Franc

Púrpura intenso com reflexos violáceos

Frutas vermelhas frescas, como morangos e cerejas, notas herbáceas, de especiarias, além de toques minerais, defumados e de chocolate

Carnes vermelhas grelhadas com molhos ricos, preparações à base de carne suína, preparações à base de cogumelos, além de embutidos e queijos maduros

Médio corpo, com taninos maduros e boa acidez. Em boca é equilibrado e complexo, destacando-se por amoras, ameixas e toques de eucalipto

Fermentação em tanques de cimento de 15000 litros. Após esse processo, o vinho estagia de 6 a 12 meses em contato com as peles (sur lie) em barris de carvalho francês (5000 litros)

Sobre Uruguai

 

 

Os vinhedos uruguaios estão no paralelo 35º, como algumas das melhores regiões produtoras do mundo. Há bastante intensidade de sol, como nos outros países produtores da América do Sul, mas o clima é um pouco mais frio e marítimo por ser influenciado pelo Oceano Atlântico, pelas correntes e ventos frios da Antártida.

A principal estrela do Uruguai é a uva Tannat, que foi trazida da região do Madiran, no sudoeste da França, por imigrantes bascos no século XIX. Após mais de cem anos no país, a variedade adquiriu características próprias e produz vinhos uruguaios um pouco mais macios, concentrados e cheios de fruta do que os exemplares de sua terra natal, que costumam ter grande tanicidade.

A Tannat é reconhecida como a uva de maior representatividade no Uruguai, onde ocupa 44% da extensão de vinhedos da região, mas há também ótimos Cabernet Sauvignon e Merlot e, entre os brancos, bons Chardonnays e Torrontés.

Banhado pelo Rio da Prata e pelo Oceano Atlântico, a maior parte da atividade vinícola do Uruguai está localizada no sul do país. Montevidéu e Canelones são as regiões de maior destaque e detém a maior parte de toda a produção de vinhos uruguaios, mas San José e Colônia del Sacramento são também centros vinicultores importantes para o histórico do vinho no país.

Com solo fértil e terroirs bastante especiais, o Uruguai passou por uma grande modificação vinícola em 1970, acarretando uma renovação no cenário do vinho nacional. Dentro dessa renovação, o cultivo de novas castas foi um dos fatores mais importantes, fazendo com que a qualidade e o apreço dos vinhos do Uruguai perante o mundo aumentasse significativamente.

No restrito território uruguaio, é possível encontrar plantações de uvas viníferas em praticamente toda sua extensão – 16 dos 19 estados uruguaios possuem áreas de cultivo -, o que denota o apreço desta nação pelo cultivo das vinhas. Este apreço e a paixão dos produtores uruguaios pela vinicultura são apontados como os motores dessa renovação e a razão maior da conquista de prestígio dos rótulos locais.