Vinho Tinto Italiano Gianni Gagliardo Barolo “Suoi” DOCG 2015

CÓD. 937

DESCRIÇÃO

A história da vinícola teve início nos anos 50, quando o viticultor Paolo Colla, quarta geração de viticultores, se mudou da Serra dei Turchi para a região de Barolo. Nos anos 70, Gianni Gagliardo, casa-se com a filha de Paolo e ingressa no mundo do vinho. A vinícola alterou seu nome em 1986 e atualmente a propriedade da família Gagliardo possui 30 hectares nas comunas de La Morra, Barolo, Monforte, Serralunga e Monticello d´Alba.

Ficha técnica:

14,0%

16°C a 18°C

Nebbiolo

Rubi intenso com reflexos granada

Frutas vermelhas maduras, como morangos e cerejas, notas terrosas e toques tostados e de especiarias, como cravo-da-Índia e noz-moscada

Carnes vermelhas grelhadas e assadas, polenta com ragu de ossobuco, embutidos e queijos duros

Encorpado, com boa acidez e taninos finos. Seu final é sedoso e persistente, revelando notas de frutas secas, especiarias e toques tostados

20 anos

Sobre Itália

 

 

Com grande tradição na arte da vinicultura (desde 1.200 anos a.C.), a Itália conta com uma excelente diversidade de terroirs, além de uma rica variedade de castas autóctones de excelente qualidade — como as uvas Nebbiolo, Sangiovese, Barbera, Aglianico e tantas outras.

O país apresenta tamanha familiaridade com o cultivo de vinhas e com a elaboração de grandes rótulos que é comum associar a relevância histórica da Itália aos pilares da vinicultura. O país é o segundo maior produtor de vinhos do mundo, exportando mais de 1,55 bilhões de litros por ano. Sua produção/consumo interno é ainda maior e pode alcançar 4,4 bilhões de litros, de forma que cada cidadão italiano pode vir a consumir em média o equivalente a 48 litros da bebida.

A Itália é um país de grandes diversidades e berço de vários dos melhores vinhos do mundo. A marca registrada dos vinhos italianos é uma grande elegância e classe, combinadas com tipicidade e muito charme.

Os produtores italianos alcançaram uma grande melhora na produção de seus vinhos nos últimos anos, preservando, no entanto, as raízes do estilo clássico, maravilhoso e consagrado que encanta tantos enófilos pelo mundo afora.

A revolução da qualidade dos rótulos nas últimas décadas foi completa, introduzido na vinicultura italiana equipamentos modernos, controle de temperatura na fermentação, uso de pequenas barricas feitas de carvalho, novas técnicas nas cantinas e nos vinhedos, além da redução dos rendimentos e experimentação com novas uvas e clones. Todas essas inovações foram responsáveis por elevar a qualidade do vinho produzido na Itália, conduzindo muitos de seus rótulos ao ápice de sua pontuação.

Ao longo de todo o território italiano existem inúmeras regiões produtoras, como a Úmbria, Friuli, Alto Adige, Marche, Lazio, Toscana e Piemonte. Dentro da Denominazione Di Origene Controllata, criada em 1963, a Itália possui mais de 300 regiões vinícolas delimitadas, entre as quais aparecem vinhos Novello, vinhos Vecchio, vinhos Clássicos, vinhos Superiore, vinhos Riserva, vinho Spumante, vinho Frizzante, vinho Secco, vinho Abbocado, vinho Amabile, vinho Dolce, vinho Liquoroso, vinho Passito e vinho Ripasso.

Não é à toa que, em tempos antigos, o país era conhecido como Enotria (a terra do vinho). É nítido que pouquíssimos países no mundo são, por natureza, tão privilegiados pela viticultura como a Itália.