Espumante Italiano Massimo Visconti Rosé Brut

CÓD. 1027

Descrição

Área de produção: Emilia Romagna

Tipo de uva: Chardonnay e Pinot Noir

Capacidade de envelhecimento: Boa

Vinificação: Tanques de fermentação em aço inox em temperatura controlada com fermentos nativos. Após uma prensagem delicada, a primeira fermentação é feita com leveduras selecionadas a uma temperatura de 16 a 18ºC. A segunda fermentação ocorre em tanques próprios para a obtenção do delicado bouquet e da intensa perlage.

Envelhecimento: O vinho permanece em contato com as próprias borras por 6 meses.

Notas de degustação: De cor rosé delicado. Aromas com notas frutadas e florais. Delicado. Gosto elegantemente seco com vigorosa perlage.

Sugestão do Sommelier: Aperitivos, pratos principais com frutos do mar e pratos à base de peixe.

Teor alcóolico: 11% vol.

Servir a: 8°

Tamanhos disponíveis: 750ml

Pontuaçao : 
3.9 Vivino

Ficha técnica:

11,0%

6°C a 8ºC

Chardonnay e Pinot Noir

Rosado suave.

Com notas frutadas e Florais

Aperitivos, pratos principais com fruto do mar e pratos a base de peixe

Delicado, gosto elegantemente seco com vigorosa perlage

Sobre Itália

 

 

Com grande tradição na arte da vinicultura (desde 1.200 anos a.C.), a Itália conta com uma excelente diversidade de terroirs, além de uma rica variedade de castas autóctones de excelente qualidade — como as uvas Nebbiolo, Sangiovese, Barbera, Aglianico e tantas outras.

O país apresenta tamanha familiaridade com o cultivo de vinhas e com a elaboração de grandes rótulos que é comum associar a relevância histórica da Itália aos pilares da vinicultura. O país é o segundo maior produtor de vinhos do mundo, exportando mais de 1,55 bilhões de litros por ano. Sua produção/consumo interno é ainda maior e pode alcançar 4,4 bilhões de litros, de forma que cada cidadão italiano pode vir a consumir em média o equivalente a 48 litros da bebida.

A Itália é um país de grandes diversidades e berço de vários dos melhores vinhos do mundo. A marca registrada dos vinhos italianos é uma grande elegância e classe, combinadas com tipicidade e muito charme.

Os produtores italianos alcançaram uma grande melhora na produção de seus vinhos nos últimos anos, preservando, no entanto, as raízes do estilo clássico, maravilhoso e consagrado que encanta tantos enófilos pelo mundo afora.

A revolução da qualidade dos rótulos nas últimas décadas foi completa, introduzido na vinicultura italiana equipamentos modernos, controle de temperatura na fermentação, uso de pequenas barricas feitas de carvalho, novas técnicas nas cantinas e nos vinhedos, além da redução dos rendimentos e experimentação com novas uvas e clones. Todas essas inovações foram responsáveis por elevar a qualidade do vinho produzido na Itália, conduzindo muitos de seus rótulos ao ápice de sua pontuação.

Ao longo de todo o território italiano existem inúmeras regiões produtoras, como a Úmbria, Friuli, Alto Adige, Marche, Lazio, Toscana e Piemonte. Dentro da Denominazione Di Origene Controllata, criada em 1963, a Itália possui mais de 300 regiões vinícolas delimitadas, entre as quais aparecem vinhos Novello, vinhos Vecchio, vinhos Clássicos, vinhos Superiore, vinhos Riserva, vinho Spumante, vinho Frizzante, vinho Secco, vinho Abbocado, vinho Amabile, vinho Dolce, vinho Liquoroso, vinho Passito e vinho Ripasso.

Não é à toa que, em tempos antigos, o país era conhecido como Enotria (a terra do vinho). É nítido que pouquíssimos países no mundo são, por natureza, tão privilegiados pela viticultura como a Itália.